Ao longo dos séculos, já fomos chamadas por muitos nomes. Desde a antiguidade e através de civilizações, as mulheres sempre exerceram papel fundamental em sociedades, que a princípio, eram matriarcais.
Sacerdotisas e mulheres consideradas de grande saber, orientavam os povos através de oráculos, acalmavam feridas com beberagens e ervas, eram temidas e respeitadas, por sua sabedoria e magia. Magia essa que, através de minhas pesquisas e inúmeras leituras, acredito que venha de dentro de nós mesmas. De nossa aguçada sensibilidade e percepção.
Desde tribos e clãs, até mesmo civilizações inteiras as quais cultuavam seus Deuses e Deusas, prestavam suas homenagens às mulheres e as procuravam por seus conhecimentos e conforto, antes de colheitas e batalhas.
Com o surgimento do Cristianismo, as coisas mudaram. A princípio, quando os romanos chegaram com sua nova religião de um único Deus às antigas ilhas e terras habitadas por sacerdotisas e druidas, concordaram em conviver pacificamente com os antigos povos que ali viviam e suas crenças. Porém, a história nos mostra que não foi bem isso o que aconteceu...







